Voltei pra casa pra fazer um trabalho que aprendi do outro lado do mundo.
[TODO: Texto baseado no áudio que o Vicji gravar. Esse aqui é placeholder com o tom certo.]
Meu nome é Vicji. Sou brasileiro, e a massagem entrou na minha vida como uma pergunta, não como uma profissão. Eu queria entender como o corpo guarda o que a gente vive, e como ele se desfaz disso quando recebe o cuidado certo.
Essa pergunta me levou pra Tailândia. Estudei na Sunshine Massage School, em Chiang Mai, onde aprendi a prática tradicional tailandesa direto da fonte: a pressão nas linhas de energia (sen), os alongamentos passivos, o ritmo meditativo, o trabalho com a respiração. Tudo o que torna a massagem tailandesa diferente de tudo o que se vê por aqui.
Voltei pro Brasil porque sentia que esse trabalho fazia falta aqui. A gente vive num ritmo que machuca o corpo de formas que a gente nem percebe, e a maioria das massagens que existem no mercado tratam só o sintoma, não a raiz.
Hoje atendo em Atibaia, no Espaço Clô. No final do ano vou pra Itacaré, levando essa prática pra perto do mar.
Cada sessão que eu faço é uma extensão do que aprendi: presença, respeito pelo corpo na minha frente, e tempo. Sem pressa. Sem técnica vazia. Só o trabalho.
Sunshine Massage School, Chiang Mai, Tailândia
Prática traditional Thai massage na fonte, em uma das escolas mais respeitadas do norte da Tailândia.
Mais de 100 sessões realizadas
O que aprendi na Tailândia, eu aprofundo a cada sessão. Cada corpo é um novo livro.
Teu corpo já tá pronto. Marca uma sessão.
Atendimento no Espaço Clô, em Atibaia. Mudança pra Itacaré ainda este ano.